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O filme foi realizado pelo Projeto Garoupa com os alunos das oficinas de audiovisual realizadas no Projeto Tamar de Ubatuba e Projeto Namaskar.

Aldeia Brakui

O lançamento contou com a presença dos grupos Cantamar e Fandango Caiçara, além de uma homenagem a etnomusicologa Kilza Seti.

Aldeia Brakui

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O cerco flutuante é uma arte de pesca caracterizada por manter o pescado vivo até a hora da despesca, sendo considerada importante ferramenta de manejo sustentável.

Aldeia Brakui

Essa técinica faz parte de um conjunto de influências históricas que formou a cultura caiçara e foi trazida para o Brasil pelos japoneses no início do século passado.

Aldeia Brakui

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Tangará mirim, um pequeno pássaro da Mata Atlântica, sagrado para os guaranis. A dança feminina Guarani é o tangará . Na dança as meninas ou mulheres imitam os pulinhos do pássaro que tem este nome.

Aldeia Brakui

Elas dançam na Opy ou no terreiro fora da casa depois da reza. Dançamos lembrando tempos passados e para buscar a força espiritual através da dança, lembram os itegrantes da Aldeia Boa Vista.

Aldeia Brakui

O Projeto Garoupa, através do Instituto Terra Viva, valoriza as nossas culturas tradicionais.

Aldeia Brakui

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Em 09 de agosto comemora-se o Dia Internacional dos Povos Indígenas e presta homenagem a todas as contribuições culturais e sabedorias que esses povos transmitem para as mais diversas civilizações no mundo.

Aldeia Brakui

O Projeto Garoupa foi convidado para fazer a gravação das músicas e danças tradicionais do grupo Tenonderâ, que significa em português "Caminho a Seguir" dos índios Guarani Mbya da aldeia Sapukai - Bracuhy em Angra dos Reis - Rio de Janeiro.

Aldeia Brakui

Sob a coordenação do jovem Antonio Verá Tupã, o coral guarani canta músicas, que segundo a tradição são inspiradas por Nhanderu, a representação de Deus. 
O documentarista Felipe Scapino, do Projeto Garoupa esteve na ocasião dirigindo toda gravação em áudio e vídeo.

Aldeia Brakui

 

Música 1

Pejukatu xondaro'i xondaria'i (2x)
Venham todos os guerreiros e as guerreiras.
Nhanderopy'ire jajerojy japorai javy'a aguã.
Para dançar, cantar e celebrar na nossa casa de reza.
Kova'e aema nhanderu mirim oeja va'ekue nhanderekorã nhanderekorã.
Que os nossos antepassados nos deixou o modo de viver
É ser guarani viver e ser guarani.
Letras: Lenilson Karai Mirim.

 

Música 2

Nhanderu tenondeguiae jaikuaa nhanderekorã'i ãyreve jareko'i aguã ãyreveve hareko'i aguã, ãyreve ãyreve.
Todas sabedorias que mantemos vem do nosso pai supremo e assim mantemos até hoje, assim mantemos até hoje.
Letras: Antonio Verá Tupã.

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Nos dias 08, 09 e 10 de junho o Projeto Tamar e o Instituto Arcor Brasil promoveram o Encontro Jovem TransforMar, com a participação do Aquário de Ubatuba, Projeto Garoupa, Projeto Albatroz, Instituto Argonauta, Projeto Namaskar e diversos parceiros.

Foto Jovem TransforMar

Os encontros aconteceram na sede do Projeto Tamar e na Ilha Anchieta.
O objetivo foi sensibilizar, informar e articular os jovens para a elaboração de ações conjuntas em prol da conservação marinha. As ações foram apresentadas pelos jovens participantes no encerramento da III Semana do Mar.

Foto Jovem TransforMar

Nos dias 03, 04 e 05 de junho e dia 06 de agosto, os alunos da oficina de reportagem do Namaskar e do Projeto Garoupa foram convidados pela Associação Ubatuba Surf / AUS, para cobrir o evento realiza do na Praia Grande e Praia de Itamabuca de Ubatuba, litoral norte de São Paulo.

Foto Jovem TransforMar

Durante a 1ª e 2ª etapa do campeonato os alunos fotografaram, filmaram e fizeram entrevistas com os atletas e organizadores, além de receber todo apoio da equipe de comunicação da AUS.

Foto Jovem TransforMar

Para a equipe foi um momento de grande aprendizado e troca de experiências, saberes estes que serão aplicados nas novas produções.

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Entre os dias 21 e 24 de abril a Escola de Permacultura esteve na praia do Camburi, em Ubatuba, fazendo mais uma ação permacultural sócio-ambiental, na intenção de fortalecer as comunidades Quilombolas e Caiçaras do local, levando educação ambiental, permacultura, tecnologias de saneamento básico e de agrofloresta, workshop de produção de video documentários , de alimentação tradicional, mescladas entre práticas e teorias, reunindo pessoas, culturas, informações e conhecimentos relevantes.

Permacultura

Durante o evento o Projeto Garoupa ofereceu uma oficina de Documentário Socioambiental, sob a orientação do documentarísta Felipe Scapino.
Em dois dias de oficina os alunos foram orientados na definição da idéia, roteiro, captação de imagem, edição e apresentação para os participantes. Foram dias de muito empenho, aprendizado e troca de saberes.

 

Permacultura

 

Apoio: IA - Instituto da Árvore, Expedições do Folclore e Gopala Filmes
Realização: Projeto Garoupa e Escola de Permacultura

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O Projeto Garoupa em pouco mais de dois anos de história percorreu muitos municípios da costa litorânea nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo. Comunidades tradicionais, institutos, escolas, centros culturais e diversos outros locais são sedes para que a equipe Garoupa desenvolva ações em cada uma das cidades percorridas. Pesquisa, oficinas, vídeos, imagens e muitas histórias da beira mar estão registradas nesse trajeto.

Como continuidade a suas propostas de trabalhos, o Projeto Garoupa irá promover em Ubatuba, em parceria com o Projeto Tamar e a FundArt o “Projeto Garoupa Convida” no dia 19 de março , as 19h30. O evento irá reunir uma série de atividades que marcam a história do projeto numa noite de cinema, lançamento de livros, música e muito mais.

O filme “Ubatuba, mar de memórias”, produto audiovisual de oficinas que aconteceram no segundo semestre de 2015 e o vídeo institucional do projeto fazem parte da programação. Além disso, o livro “Mar, doce lugar”, obra que contém o registro escrito e fotográfico das experiências do projeto durante seus anos de atuação será entregue aos parceiros locais.

Na ocasião, haverá também uma sessão de autógrafos com o escritor caiçara Domingos Fábio que lançou recentemente a obra “Coração a Bombordo”. As atrações musicais confirmadas são: Coral Xondaro Mirim Mborai da Aldeia Guarani de Ubatuba e o Grupo do Fandango Caiçara.

lancamento filme Projeto Garoupa

Livro Institucional de Registros de Experiências:

lancamento livro Projeto Garoupa

Vídeo Institucional:

lancamento filme Projeto Garoupa

lancamento filme Projeto Garoupa

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O Projeto Garoupa participou do XV Congresso Europeu de Ictiologia (XV European Congress of Ichthyology), em Porto, Portugal, entre 7 e 11 de setembro de 2015 (http://www.ciimar.up.pt/ecixv/). O projeto participou na qualidade de palestrante, com tema Diversidade de Peixes de Comunidades Recifais na Região Sudeste do Brasil (Fish Diversity Patterns in Reef Communities of Southeastern Brazil).

A participação do projeto no congresso foi bastante significativa para a divulgação de nossos resultados a nível internacional. Foram apresentados dados de caracterização dos habitats nas 3 regiões de estudo, entre os estados do Rio de Janeiro e São Paulo. Os dados evidenciaram as características de ambientes recifais costeiros, quando comparados uns com os outros. Os resultados foram complemento para informações a futuros planos de manejo com vistas a integrar a conservação com gerenciamento pesqueiro. Neste evento, reforçamos nossa parceria com pesquisadores brasileiros, europeus e norte-americanos, com fortes possibilidades de colaboração em fases seguintes deste projeto. Abaixo está o resumo de nossa apresentação, já publicado nos annais do congresso.

ABSTRACT

Fish Biodiversity Patterns in Reef Communities of the Southeastern Coast of Brazil

Ralf Riedel1, Mauricio Mata1, Gabriel Correal1 e Fernando Castro-Cardoso1

1 – Project Grouper, ATEVI; Ilhabela – SP; Brazil
Emails: contatos@projetogaroupa.org ralf@projetogaroupa.org mauricio@projetogaroupa.org

Marine Protected Areas are increasingly becoming a tool of choice for conservation and management of marine resources and ecosystems. Data on biodiversity are necessary to assist in establishing protected areas for conservation objectives to be met. Toward that effect, we investigated reef biodiversity patterns in three large-scale coastal regions of Brazil. The study areas comprised of an upwelling region, an adjacent high impacted region, and a more distant marine park. We surveyed four reef sites in each study region. Fish species and abundance, substrate relief, and water temperature were recorded during the surveys. Biodiversity was estimated using Simpson’s and Shannon’s indices on species richness and abundance. Fish diversity was highest at the upwelling area. No difference in diversity was observed between the high impacted region and the marine park. No substrate relief patterns were found. Temperature readings showed higher frequency of low temperature episodic events at the upwelling region. Our results favor the upwelling region for establishment of a Marine Protected Area. Moreover, the similar diversity between the high impacted region and the marine park showed evidence of spillover effects from the upwelling into the high impacted region, further demonstrating the importance of the upwelling region for conservation.

Key: Communities and Ecosystems; Marine Fish Ecology; Fish Conservation; Marine Protected Areas; Marine Fisheries Management

Congresso Ictiologia 1

Congresso Ictiologia 2

Congresso Ictiologia 3

Congresso Ictiologia 4

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O Projeto Garoupa apresentou o documentário Cambury, histórias e memória” durante o Primeiro Festejo de Folclore da Fazenda. O vídeo foi o produto das oficinas de cinema, ministradas por Felipe Scapino durante a atuação do projeto em Ubatuba. A produção foi feita pelos participantes das atividades, através da Associação de Moradores e Amigos de Cambury (AMAC) com o apoio da Fundart.

“Pude ver pessoas que não vejo há muito tempo e saber como elas estão”, disse emocionado o senhor Zé Pedro, idealizador do evento e mestre contador de histórias que recebe os visitantes e promove a difusão da cultura e da resistência do povo quilombola de Ubatuba. Segundo ele, o documentário foi capaz de registrar o cotidiano caiçara e amenizar a saudade das pessoas queridas que vivem em Camburi.

Realizado entre os dias 1 e 2 de agosto, o festejo reuniu grupos de outros bairros da cidade e apresentou músicas, danças e comidas tradicionais. Os jovens e crianças do grupo “Ô de casa”, formado por moradores do quilombo encerrou as atividades do domingo com ciranda, fandango e uma roda de jongo.

Localizado ao norte de Ubatuba, o Quilombo da Fazenda é um dos remanescentes quilombolas da cidade. O local possui uma casa de farinha com roda d’água, artesanato e restaurante com comidas típicas que estão entre os atrativos turísticos da cidade.

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Na fronteira de Ubatuba com Paraty, ao norte da cidade paulista, existe uma comunidade caiçara que guarda suas tradições e preserva a natureza local. Em meio a Mata Atlântica, praia exuberante, cachoeiras e nenhum sinal de celular, Camburi encanta visitantes de diversos lugares por suas belezas naturais e pelas pessoas que ali vivem.  Caiçaras e remanescentes quilombolas dividem a mesma área que recebeu energia elétrica há poucos anos.
Nesse contexto, o documentário “Camburi, Histórias e Memórias” foi produzido pelos moradores nas oficinas de audiovisual do Projeto Garoupa, ministradas por Felipe Scapino. O filme de 28 minutos retrata os moradores mais antigos dessa comunidades, histórias de pessoas que se encantaram e não saíram mais de lá, festejos tradicionais entre outras manifestações que foram mostradas pelos moradores.

“Sempre foi um sonho fazer o documentário sobre a nossa comunidade para ficar de recordação para quem está nascendo ou mesmo para os turistas que nos visitam”, diz Vanusa, liderança da Associação de Moradores e Amigos de Camburi.  Segundo ela, a comunidade pensava em uma produção audiovisual que pudesse documentar os mais velhos, as histórias da cultura local e curiosidades daquele lugar. 

“A produção do documentário aconteceu de um jeito muito interessante, pois possibilitou que os jovens pudessem conhecer melhor o lugar em que vivem, tanto a cultura quanto o meio ambiente. Quem não sabia ou não tinha noção da importância da preservação ambiental, passou a conhecer”,  destaca Jussara Soares, secretária da associação.  Além disso, a construção do roteiro, as entrevistas e toda a montagem do vídeo foi construída de maneira coletiva entre os participantes da oficina.  

O vídeo já foi exibido em alguns espaços na cidade e será enviado para festivais em todo o Brasil com a finalidade de divulgar a cultura caiçara e as comunidades dessa região. “Nós vimos no Projeto Garoupa uma possibilidade de concretizar essa ideia com a oficina de cinema que e com isso construir um produto para que cada um possa levar um pouco de Camburi para onde for”, completa.

 

Primeiro Festejo de Folclore da Fazenda 1

Primeiro Festejo de Folclore da Fazenda 2

Primeiro Festejo de Folclore da Fazenda 3

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O Projeto Garoupa apresentou na última sexta-feira, 23, o documentário Cambury, histórias e memórias, produto das oficinas de cinema, ministradas por Felipe Scapino durante a atuação do projeto em Ubatuba. A produção foi feita pelos participantes das atividades, através da Associação de Moradores e Amigos de Cambury (AMAC) com o apoio da Fundart. A mostra foi recebida de maneira calorosa pelo público que pode conhecer mais sobre essa comunidade, suas tradições e modos de vida.

Com o intuito de promover novos olhares e ações e fortalecer turismo de base comunitária na região da Costa Verde, a prefeitura de Angra dos Reis e de Paraty promoveu entre os dias 23 a 25 de julho o I Seminário de Turismo de Base Comunitária da Costa Verde.

No evento, a discussão sobre o território das comunidades tradicionais, a sustentabilidade necessária para a prática do turismo consciente e experiências de grupos atuantes em diversos locais foi colocada em debate para fortalecer e ampliar o turismo de base comunitária. Grupos de trabalho e ações práticas em busca de fortalecer as estratégias discutidas fizeram parte dos diálogos propostos.

“Nós precisamos nos unir para lutar pelos direitos de todos, caiçaras, indígenas e quilombolas”, pontua Mario Ricardo de Oliveira, folclorista e representante de Ubatuba no Fórum das Comunidades Tradicionais. Oliveira ressalta a importância da luta desses grupos para manter viva as culturas e os saberes que dependem do uso consciente da terra e dos recursos marinhos.

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Na fronteira de Ubatuba com Paraty, ao norte da cidade paulista, existe uma comunidade caiçara que guarda suas tradições e preserva a natureza local. Em meio a Mata Atlântica, praia exuberante, cachoeiras e nenhum sinal de celular, Camburi encanta visitantes de diversos lugares por suas belezas naturais e pelas pessoas que ali vivem.  Caiçaras e remanescentes quilombolas dividem a mesma área que recebeu energia elétrica há poucos anos.

Nesse contexto, o documentário “Camburi, Histórias e Memórias” foi produzido pelos moradores nas oficinas de audiovisual do Projeto Garoupa, ministradas por Felipe Scapino. O filme de 28 minutos retrata os moradores mais antigos dessa comunidades, histórias de pessoas que se encantaram e não saíram mais de lá, festejos tradicionais entre outras manifestações que foram mostradas pelos moradores.

 “Sempre foi um sonho fazer o documentário sobre a nossa comunidade para ficar de recordação para quem está nascendo ou mesmo para os turistas que nos visitam”, diz Vanusa, liderança da Associação de Moradores e Amigos de Camburi.  Segundo ela, a comunidade pensava em uma produção audiovisual que pudesse documentar os mais velhos, as histórias da cultura local e curiosidades daquele lugar. 

“A produção do documentário aconteceu de um jeito muito interessante, pois possibilitou que os jovens pudessem conhecer melhor o lugar em que vivem, tanto a cultura quanto o meio ambiente. Quem não sabia ou não tinha noção da importância da preservação ambiental, passou a conhecer”,  destaca Jussara Soares, secretária da associação.  Além disso, a construção do roteiro, as entrevistas e toda a montagem do vídeo foi construída de maneira coletiva entre os participantes da oficina.  

O vídeo já foi exibido em alguns espaços na cidade e será enviado para festivais em todo o Brasil com a finalidade de divulgar a cultura caiçara e as comunidades dessa região. “Nós vimos no Projeto Garoupa uma possibilidade de concretizar essa ideia com a oficina de cinema que e com isso construir um produto para que cada um possa levar um pouco de Camburi para onde for”, completa.

Parceria com a ESEC Tamoios

Parceria com a ESEC Tamoios

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Pesquisadores do Projeto Garoupa concluem a V campanha de reconhecimento do habitat da garoupa verdadeira. Esta campanha faz parte do cronograma de trabalho que vem sendo realizado desde de 2013, onde pesquisadores do Projeto Garoupa, que é patrocinado pela Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental, realizam mergulhos científicos para obterem dados sobre o comportamento e ambientes recifais  da garoupa verdadeira.

Os trabalhos visam um maior conhecimento sobre o comportamento da garoupa verdadeira e seus locais de ocorrência. Essas atividades tiveram início no primeiro ano do projeto, em 2013, quando os pesquisadores realizaram seus mergulhos científicos na primeira campanha de mergulho. As campanhas englobam a Região dos Lagos – RJ (área de ressurgência), o Monumento Natural das Cagarras – RJ (área de alto impacto) e o litoral norte de São Paulo (área de baixo impacto).

Após os trabalhos de reconhecimento dos habitats, o Projeto Garoupa terá realizado um trabalho inédito de mapeamento e estudo dos ambientes recifais nos estados do Rio de Janeiro e São Paulo. Os resultados preliminares apontam à necessidade imediata de promover avanços em prol da conservação de ambientes marinhos no Brasil, em particular atividades para a proteção da garoupa verdadeira.  ”Como exemplo, detectamos poucos espécimes de nossa espécie alvo nas nossas áreas de estudo. Na sua maioria, essas observações se deram na região de baixo impacto. Também obtemos resultados promissores para a conservação e recuperação de ambientes recifais no Brasil, principalmente no tocante à delineação de áreas marinhas protegidas.” conta o coordenador de pesquisa, Ralf Peter Riedel.

O resultado mais significativo foi a constatação da maior diversidade de peixes na área de ressurgência. Essa área, além de evidenciar alta produtividade biológica, também demonstrou ser importante na determinação da diversidade de peixes da região adjacente de alto impacto. Dada a proximidade dessas duas áreas, a hipótese é que a região de ressurgência parece abastecer a região de alto impacto, impedindo esta última de se tornar uma região pobre em diversidade de peixes e, possivelmente, de outros grupos de animais e plantas marinhas. A área de ressurgência, portanto, merece maior atenção em planos de conservação de áreas marinhas protegidas.

“Está sendo uma experiência ímpar poder contar com o patrocínio da Petrobras. Esse patrocínio nos possibilita contribuir com planos de conservação da nossa espécie foco e nossos ambientes costeiros – planos que possuem urgência na sua implementação e que estão assumindo uma crescente posição de destaque em políticas a nível estatal e federal”, declara o coordenador do projeto, Mauricio Roque da Mata.

Mesmo com tanto trabalho realizado, esse é apenas o início. Nas etapas seguintes, dados para definição de alternativas de conservação e de modelos para planos de manejo da garoupa verdadeira e seu ecossistema. Os trabalhos vindouros incluirão estudos de padrões genéticos das diversas populações da garoupa no sudeste e sul do Brasil, estudos de conectividade entre populações, estimação de idade e crescimento de garoupas nas regiões de estudo e também a continuação dos mergulhos científicos para caracterização do ecossistema da espécie alvo.

Com as atividades do futuro associadas aos resultados presentes, será possível obter ferramentas eficazes de preservação da garoupa verdadeira e, com isso, efetivar a conservação de nossos habitats costeiros, mantendo sua elevada diversidade de fauna e flora. Preservando nossos habitats marinhos, reestabeleceremos a dignidade de vida das comunidades dependentes desses habitats através da restauração de benefícios ambientais em larga escala.

Parceria com a ESEC Tamoios

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Nos últimos dois meses os 11 municípios propostos pelo projeto estão sendo plenamente beneficiados entre os estados do RJ e SP, através de atividades de Educação Ambiental do Projeto Garoupa, que é patrocinado pela Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental.

A Educação Ambiental do projeto, que ocorre desde 2013, tem o objetivo de conscientizar os participantes quanto a conservação do meio ambiente, sendo realizada de forma lúdica e participativa através de dois perfis:

  • 1. Arte educação;
  • 2. Educação ambiental;

O primeiro, que acontece em diversos locais abertos ao público, utiliza a contação de histórias, o teatro e o audio e video como ferramentas. A intenção é transmitir as crianças e jovens a habilidade da oralidade, da espontaneidade, da estética e suporte do audiovisual como instrumento de comunicação e divulgação do meio em que vivem.

Já o segundo atua em escolas , oferecendo palestras e buscando formar multiplicadores. O trabalho, que acontece com jovens e adultos de forma mais tradicional, aplica palestras de treinamento e sensibilização, a partir do Guia Prático de Educação Ambiental, produzido pelo próprio projeto e que está disponível no site www.projetogaroupa.org para download. Ao final desta etapa, os participantes são convidados para uma atividade prática: fazer um desenho onde irão mostrar o que é o meio ambiente para eles.

Além destas duas formas de atuação há demandas espontâneas, onde a própria população busca a orientação do Projeto Garoupa para a sua comunidade.

Ao todo nestes 11 municípios foram trabalhadas comunidades tradicionais (indigenas, caiçaras e quilombolas), e professores / alunos da rede pública. O Projeto Garoupa, através desta vivência inicial, verifica a importância de trabalhar e envolver as pessoas nas discussões ambientais com foco na conservação dos recursos naturais, porém sem perder de vista a inclusão das comunidades.

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Não se sabe ainda qual o estado em que se encontram as várias populações da Garoupa Verdadeira, mas um dado é certo: há um forte declínio dessa espécie nos nossos mares. O que aconteceria se os estoques estivessem tão degradados que não se teria como recuperá-los apenas com regulações de pesca? Será que uma medida de emergência não seria necessária para a recuperação da espécie, evitando um desequilíbrio em seu ecossistema? Nesse momento que entra a pesquisa de reposição do estoque da garoupa, do Projeto Garoupa que é patrocinado pela Petrobras por meio do Programa Socioambiental. A atividade de produção de garoupas em cativeiro, para possíveis medidas de emergência, no tocante a reposição e recuperação da espécie em nosso litoral, já é possível, e mais: em pequena escala já está sendo realizada. Essa atividade culmina em dois componentes, a soltura de larvas e alevinos e a telemetria de juvenis.

A soltura de larvas e alevinos está sendo feita em áreas onde a garoupa ocorre naturalmente. Através de parceiro do projeto na Ilhabela,  com reprodução da espécie-alvo para a produção de larvas, alevinos e juvenis, o Projeto Garoupa obtém formas jovens da espécie que servirão para a soltura destes. A reprodução, larvicultura e engorda da garoupa em cativeiro é uma atividade ainda não completamente dominada por nenhum país. “Com o experimento de soltura, o Projeto Garoupa está contribuindo para o desenvolvimento da aquicultura da garoupa e, com isso, permitindo que alternativas à pesca extrativa sejam implementadas na exploração dessa espécie tão procurada. Estamos, portanto, direta e indiretamente atuando na conservação da garoupa verdadeira com este componente do projeto.”, explica coordenador do projeto, Mauricio Roque da Mata.

Paralelamente à soltura de larvas e alevinos está sendo avaliado o comportamento de indivíduos juvenis produzidos em cativeiro soltos em ambiente natural. Para tal, estão sendo introduzidos transmissores nos indivíduos-teste com posterior soltura. Com este aparelho, pode-se avaliar o padrão de movimento de cada indivíduo continuamente durante vários dias. Essa avaliação dá uma estimativa do grau de adaptação de garoupas de cativeiro em ambiente natural.

O componente desse projeto de soltura de indivíduos da garoupa avaliará a efetividade de se usar atividades de aquicultura como ferramenta de conservação. Com os reprodutores provindos de ambiente natural, os efeitos genéticos negativos dessa proposta de preservação e recuperação de populações ameaçadas de extinção são diminuídos. Com a crescente pressão sobre os ambientes marinhos, muitas vezes é preciso tomar ações de caráter imediato para evitar consequências negativas e irreversíveis. O que se espera é que não se precise jamais usar essa ferramenta, mas, caso necessário, o Projeto Garoupa possui a metodologia mais correta e menos danosa de fazê-lo.

Ações & Resultados:

Telemetria – transmissores acústicos foram inseridos em 25 espécimes da Garoupa Verdadeira (Mycteroperca marginata), que, com o apoio do ICMBio, foram soltos na área de domíno da ESEC Tamoios - Unidade de Conservação Federal de proteção integral, em Angra dos Reis, ambiente natural da garoupa.
A espécie solta está sendo monitorada pelos pesquisadores do Projeto Garoupa para fim de monitoramento de padrões de movimento e estimação de taxa de mortalidade. O acompanhamento do comportamento dessa espécie foi iniciado em maio e os dados serão coletados a cada mês subseqüente.
Até o momento, os resultados parciais indicam uma adaptação plena ao habitat natural de juvenis da garoupa de cativeiro e um padrão de movimento similar ao conhecido de espécimes produzidas na natureza. “Esses são resultados promissores, que foram possíveis por meio do patrocínio da Petrobras, através do Programa Petrobras Socioambiental. Estes resultados iniciais indicam ser a nossa ferramenta de recuperação de populações uma alternativa viável para a preservação da espécie.” – Conclui Mauricio da Mata, coordenador geral do Projeto.

Para fotos e mais informações à imprensa:
Assessoria de Imprensa - Fazemos Comunicação
Flavia Moreira – (21) 99359-2913 – flavia@fazemoscomunicacao.com
Juliana Nunes – (21) 99809-3787 – jununes@fazemoscomunicacao.com

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O Projeto Garoupa participou da Conferência de Biodiversidade e Ecossistemas (2015 Conference on Biodiversity and Ecosystems) , em Suzhou, China, entre 14 e 16 de junho deste ano (http://www.nature.com/natureevents/science/events/32015-2015_Conference_on_Biodiversity_and_Ecosystems_CBdE_2015). O projeto participou na qualidade de palestrante, com tema Diversidade de Peixes de Comunidades Recifais na Região Sudeste do Brasil (Fish Diversity Patterns in Reef Communities of Southeastern Brazil).
Congresso Sobre Biodiversidade em Suzhou, China 1
Apresentação do projeto e dos dados da ecologia da garoupa na Região Sudeste do Brasil.
Congresso Sobre Biodiversidade em Suzhou, China 2
Público alvo na apresentação do projeto.
Congresso Sobre Biodiversidade em Suzhou, China 3
Workshop de discussão referente a ecossistemas e biodiversidade.
Foi uma oportunidade de grande valor e relevância a participação do projeto nessa conferência internacional. Fomos o único trabalho que apresentou evidência de uma condição ambiental desfavorável e também ofereceu uma solução para o problema da degradação de ambientes marinhos. Mostramos dados indicando uma condição adversa para a garoupa em nossos ambientes recifais. No entanto, também mostramos que existe a possibilidade de recuperação desses ambientes através de políticas de conservação que se utilizem do conceito de área marinhas protegidas, um tópico sendo largamente adotado em práticas de conservação de ambientes marinhos. Nossos dados apontam a região de estudos caracterizada pela ressurgência como sendo fornecedora de recursos biológicos à área de estudo caracterizada por uma alta atividade antrópica. Suscitamos, desta forma, uma discussão no tocante ao uso de áreas ricas em biodiversidade como prioridade não só em sua proteção, mas também na recuperação e manutenção de áreas adjacentes. O trabalho foi muito bem recebido, dada à qualidade e quantidade de perguntas e à recepção positiva ao término de nossa apresentação. Estabelecemos também contatos com pesquisadores europeus e norte-americanos, com fortes possibilidades de colaboração em fases subsequentes deste projeto.

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Dando continuidade as atividades no litoral norte de São Paulo, o Projeto Garoupa esta nas cidades de Ubatuba e Caraguatatuba para desenvolver mais uma etapa da sua jornada pelos onze municípios contemplados pela proposta.

Parceria com a ESEC Tamoios

Com o tema conscientização através da informação, o projeto patrocinado pela Petrobras por meio do Programa Petrobras Soacioambiental, visa realizar oficinas artístico-ambientais, utilizando as seguintes linguagens: 1. Teatro, 2. Contação de Histórias e 3. Cinema, e palestras pontuais nas escolas, instituições e comunidades tradicionais da região. O objetivo é desenvolver a conscientização e preservação do ambiente em geral, com foco nas populações naturais do Mycteroperca marginata.

Parceria com a ESEC Tamoios

o Projeto Garoupa atua também com mergulhos autônomos para caracterização fisica e biológica de sítios marinhos na região como subsídio e informação a futuros planos de manejo de ambientes recifais, além da pesquisa com marcação de juvenis da espécie para apoio a telemetria.

Parceria com a ESEC Tamoios

O projeto dissemina também que padrões de consumo insustentáveis devem ser reduzidos e que a humanidade deve encontrar maneiras de garantir que produtos derivados da biodiversidade sejam retirados de fontes sustentavelmente geridas.

Parceria com a ESEC Tamoios

Para alcançar seus objetivos, o projeto conta com diversas parcerias em Comunidades indigenas, Caiçaras, Secretarias destes municípios, FUNDART, FUNDAC, Projeto TAMAR, Aquário de Ubatuba e unidades de conservação, como a ESEC Tupinambás, a proposta é disponibilizar informações que sejam úteis no cotidiano destas comunidades locais. Para maiores informações:

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O Projeto Garoupa participou no XXI ENCONTRO BRASILEIRO DE ICTIOLOGIA realizado no período de 01 a 06 de fevereiro de 2015, no Centro de Convenções de Pernambuco, Olinda – PE, na qualidade de PALESTRANTE, com tema CONTRASTE DE PADRÕES DE DIVERSIDADE DA ICTIOFAUNA DE ECOSSISTEMAS RECIFAIS ENTRE A REGIÃO DE RESSURGÊNCIA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO E A COSTA NORTE DO ESTADO DE SÃO PAULO.
Congresso de Ictiologia Foto 1
Figura 01. Abertura do XXI ENCONTRO BRASILEIRO DE ICTIOLOGIA.
Congresso de Ictiologia Foto 2
Figura 02. Apresentação de 1 hora de duração da palestra do Projeto Garoupa com os dados parciais físico e biologico da caracterização dos habitats.
Congresso de Ictiologia Foto 3
Figura 03. Sessão de paineis do XXI ENCONTRO BRASILEIRO DE ICTIOLOGIA.
Para nós foi um grande prazer termos sido convidados a palestrar no XXI ENCONTRO BRASILEIRO DE ICTIOLOGIA, pois o Projeto Garoupa está ainda iniciando suas pesquisas, como contribuição ao conhecimento a dinâmica dos ambientes recifais. Uma das metas do presente trabalho, está em gerar subsídios para apoio a futuros planos de manejo com foco no Mycteroperca marginata que é um bioindicador de ambientes equlibrados. Os nossos dados demonstraram que nas 3 áreas investigadas: 1. Região de Ressurgência (RR), 2. Região de alto impacto (RAI) e 3. Região de Baixo Impacto (RBI) existe um percentual semelhante de similaridade, Porém demonstrando grupos distintos e, portanto, uma composição de espécies diferentes para cada região. O estresse, porém, é alto, o que indica agrupamento não estável. Para a investigação da espécie alvo (Mycteroperca marginata), o cenário não é bom, pois foram observadas baixas ocorrências nas regiões investigadas. Ao verificarmos através dos indices de Shannon e Simpson dados de ocorrência e de abundância para os padrões de diversidade nos diferentes locais do estudo, podemos observar uma maior diversidade na RR e na profundidade rasa, entre 0 - 10 metros para os dados de ocorrência e de abundância, sendo um maior acumulo de espécies também obervado a RR. As 3 regiões apresentam equitabilidade na distribuição destas espécies ao longo do tempo, sugerindo equilibrio entre os niveis tróficos, porém com maior riqueza para RR. Estes dados parciais demonstram que está maior diversidade a RR em relação a RAI E RBI, não estão associados a rugosidade destes locais (P <0,01), em relação a temperatura, baixas medições pontuais ao longo do ano, sugerem que as massas de água possam estar associadas a este maior padrão de diversidade em RR, pesquisas complementares serão aplicadas para melhor elucidar este evento. Registramos aqui novamente, que este trabalho apenas foi possível devido ao patrocínio da Petrobras através do Programa Petrobras Sócio ambiental.

Saiba mais sobre o projeto:

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As atividades de sensibilização estão sendo organizadas pela ESEC Tamoios, que convidou o Projeto Garoupa para participar dessas ações nas praias e marinas no mar de Angra dos Reis e Paraty durante o verão de 2015. A objetivo é auxiliar o Projeto no atendimento de sua educação ambiental, divulgar nossas atividades e sensibilizar moradores e turistas a participarem na conservação dos ecossistemas costeiros.

Nossas atividades incluiram orientar barcos ancorados dentro da área da Unidade de Conservação da ESEC Tamoios quanto à utilização ambientalmente correta da área, como instruções sobre as normas para captura de garoupas. Não observamos ocorrência de infração às leis ambientais. A atividade foi também uma oportunidade de treinamento e apresentação para as nossas seis voluntárias da área da UC. Além dessa oportunidade, observarmos a biodiversidade marinha do local.

Com essas atividades, nós demos continuidade às atividades nossas de Educação Ambiental, incluindo a mobilização nas praias e marinas. Nesse dia, contamos com a lancha da ESEC Tamoios como apoio às nossas operações. O nosso projeto de educação tem suma importância no local, devido ao fato da região ter grande incidência de caça subaquática. Nossas abordagens com turistas e moradores são a oportunidade de sensibilizarmos a população sobre a tamanho mínimo de captura da garoupa, sua reprodução e ecologia. Continuem participando! O grande beneficiário de ambientes equilibrados é o ser humano.

Parceria com a ESEC Tamoios

Equipe de conscientização ambiental do Projeto Garoupa e da ESEC Tamoios.

O Projeto Garoupa, através de uma parceria com a Redemar Alevinos, dispõe de plantel de reprodutores formado por indivíduos selvagens. Com a chegada da primavera e com o aumento da temperatura dos tanques, o metabolismo dos reprodutores aumenta. Neste período, são oferecidas assim maiores quantidades de alimentos e com mais frequência. A dieta destes peixes tem como base lulas, polvos, sardinhas e bonitos. A manutenção e limpeza dos tanques também são intensificadas. Neste período, é acompanhado também o desenvolvimento reprodutivo através da verificação do crescimento do poro urogenital e do comportamento de corte destes peixes.

Reprodutores em observação para início do período reprodutivo.

 

A primeira desova do período foi observada em 9/10/14 e outras se seguiram. Nem todas as desovas tem qualidade suficiente para levar uma larvicultura adiante. A primeira desova de boa qualidade e quantidade aconteceu em 16/11 com 66% de fertilização e foi incubada, resultando em uma eclosão de 95%. As larvas (600.000 larvas) foram estocadas em um tanque de concreto. Outra boa desova em 18/11 resultou em outras 600.000 larvas estocadas em tanque de vinil.

Ovos embrionados de garoupas verdadeiras 12 horas após a fertilização.

 

Larva da Garoupa verdadeira (Mycteroperca marginata) com 36 horas de eclosão na larvicultura do Projeto Garoupa / Redemar alevinos.

 

Estamos trabalhando para melhorar a sobrevivência final em nossa larvicultura, que ainda consideramos baixa em larvicultura de garoupas.

Grandes desafios, ótimos aprendizados. Gratos por apoiarem nossos objetivos. Visitem nossos sítios e redes sociais. Juntos somos mais fortes.

Através da Secretaria de Educação, Ciência e Tecnologia, Secretaria de Meio Ambiente / Desenvolvimento Urbano, Secretaria de Pesca e Aquicultura, e Fundação de Turismo de Angra dos Reis, estamos iniciando a inserção no sexto município das ações do Projeto Garoupa, patrocinado pela Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental. Estaremos atuando no município de Angra dos Reis, não apenas no continente, mais também na Ilha Grande em suas escolas, comunidades tradicionais, instituições públicas e privadas, difundindo e fomentando oficinas de capacitações como fonte de geração de renda complementar, palestras e trocas de saberes no que diz respeito aos ambientes e suas interações com as pessoas que dele usufruem.

No dia 11 de outubro de 2014, participamos da Festa da Sardinha, com ponto fixo para divulgação das propostas do projeto na Praça Zumbi dos Palmares, a convite da Secretaria de Pesca e Aquicultura. Também participamos na 8° Primavera dos Museus, a convite do Ecomuseu Ilha Grande / UERJ. Neste último evento, o Projeto Garoupa realizou duas oficinas: 1. Ecomuseu em Cena e 2. Mémorias dos Sentidos. Ambas as oficinas foram realizadas no Centro de Convivências da Vila Dois Rios. Nas localidades que temos trabalhado, registramos bons momentos e grandes aprendizados. Saudações ao belo município de Angra dos Reis.

O Projeto Garoupa, com patrocínio da Petrobras através do Programa Petrobras Socioambiental, em parceria com a Prefeitura Municipal de Mangaratiba e Secretaria de Educação, realizam sua segunda culminância das oficinas na E. M. Nossa Senhora das Graças em Muriqui / Mangaratiba – RJ, no dia 23 de setembro de 2014 as 14 horas com o Ensino de Jovens e Adultos - EJA, período diurno.

Os encontros proporcionam a oportunidade de uma maior aproximação no sentido de educação atraves dos arte-educadores do Projeto, juntamente com a Coordenação da Secretaria e direção da escola. Durante os encontros, são propostos temas pelo Grupo Garoupa e pelos próprios alunos que posteriormente são materializados e transformados em ferramentas para as linguagens de educação ambiental. Na linguagem do áudio e vídeo, de acordo com a realidade e a vivência dos alunos participantes, o tema escolhido foi o de combate às drogas, de forma a tratar da importância desse problema social na comunidade. Para a Contação de Histórias, as dinâmicas ocorreram a partir das pessoas e seus encontros para rodas de café, onde histórias e contos são desdobrados. No teatro, as temáticas desenvolvidas foram: A Escola, As belezas de Mangaratiba, A feira de São Cristóvão, A poluição das Praias, e o Samba Carioca. Para esta culminância de agora, novos temas serão trabalhados. Continuem Participando.

Local: E. M. Nossa Senhora das Graças
Endereço: Rua 1º de Maio, 180. Centro – Vila Muriqui.
Horário: 14 horas.

O Projeto Garoupa, em parceria com a Prefeitura Municipal de Mangaratiba, e Secretaria de Educação, realiza mais uma culminância das suas oficinas na E. M. Nossa Senhora das Graças em Muriqui / Mangaratiba – RJ, no dia 16 de setembro as 18 horas.

As oficinas realizadas possuem foco na educação ambiental para empoderar e transformar dos cidadãos em agentes com conciência crítica para um melhor equlíbrio do ambiente e seu entorno. A educação ambiental aplicada possui três linguagens: 1. Teatro Ambiental, 2. Contação de Histórias e 3. Audio Visual.

O Projeto Garoupa, com patrocínio da Petrobras, através do Programa Petrobras Socioambiental, atua em 11 municípios entre os estados do Rio de Janeiro e São Paulo para proteção e conservação de populações naturais da garoupa verdadeira (Mycteroperca marginata). A Secretaria de Educação de Mangaratiba está atenta e solícita a isso, trazendo sempre para a sua rede pública de ensino projetos que venham somar com as ações da sua atual gestão.

Compareçam, tragam seus amigos e participem. A festa é de todos nós.

A Educação Ambiental do Projeto Garoupa, além dos Municípios de Arraial do Cabo, Cabo Frio e Armação dos Búzios, está atuando também nas escolas públicas do município de Itaguaí / RJ, localizado a 69 quilômetros da capital do estado do Rio de Janeiro. Veja mais detalhes aqui.
Um dos únicos três mangues do mundo pode ser visto aqui. De acordo com o Art. 268 da Constituição do Estado do Rio de Janeiro de 1989, os manguezais e as praias são áreas de preservação permanente.
Informações adicionais a respeito de nosso projeto podem ser encontradas no site de nosso parceiro, o surfguru.

O Projeto Garoupa inicia neste mês de maio ações de educação ambiental na costa verde do estado do Rio de Janeiro, primeiramente nos municípios de Itaguaí e Mangaratiba, seguindo para Angra dos Reis e Paraty. A proposta é atuar na rede pública de ensino destes municípios com agentes multiplicadores, trazendo atividades participativas que envolvem alunos e a comunidade em geral.

De acordo com Maurício Roque, coordenador geral do projeto, há duas linhas de atuação da iniciativa: uma social e outra ambiental. "Na frente ambiental temos a proposta de difundir informação para um melhor entendimento da ecologia local, explicando técnicas para a reestruturação das populações naturais da garoupa verdadeira (Mycteroperca marginata), contribuindo assim com a melhoria da relação da comunidade com os ambientes costeiros", explica.

Já as ações voltadas para a linha social do projeto contribuem para a conscientização do cidadão como agente atuante e transformador do seu entorno. "Queremos deixar a consciência, a partir da idade escolar, de que todos cidadãos são responsáveis pelo equilíbrio do ambiente. Dessa forma, acreditamos que a população contribuirá para a melhoria da qualidade social de populações tradicionais costeiras por meio da preservação de seu ambiente natural", finaliza. 

O Projeto Garoupa está sendo patrocinado pela Petrobras, através do Programa Petrobrás Ambiental, e tem como missão pesquisar hábitos, habitats e formas de reprodução para contribuir na conservação da garoupa verdadeira, espécie hoje listada como em risco de extinção.

25/07/2014

Considerando a capacitação de professores, promovida pela Secretaria de Meio Ambiente de Mangaratiba, o Projeto Garoupa patrocinado pela Petrobras através do Programa Petrobras Socioambiental, da continuidade à sua parceria com o referido município, através de novo ciclo de Educação Ambiental.

As oficinas serão oferecidas para os professores multiplicadores da rede pública de ensino como ferramenta auxiliar para as atividades didáticas diárias dos educadores. Durante as oficinas nas 3 linguagens (Audio e Vídeo, Contação de Histórias e Teatro), serão abordados aspectos ligados as relações humanas e o meio ambiente. Como parte do conteúdo as oficinas de teatro desenvolvem a produção textual, construção de personagens, cenografias, figurinos, adereços, ensaios e apresentação. Na produção dos vídeos serão introduzidos conceitos para a linguagem do cinema, manuseio dos equipamentos e aulas externas para a elaboração de vídeo socioambiental. Na contação de histórias, através de técnicas de contação de histórias e conceitos ambientais, os professores e integrantes, terão a oportunidade de resgatar a cultura local através da oralidade em atividades lúdicas. De uma forma geral, todo o desenvolvimento desde a escolha dos temas trabalhados nas 3 linguagens, como todo o processo de criação, é desenvolvido junto aos participantes das oficinas. Temos tido a grata oportunidade de desenvolver excelentes trabalhos para fins educativos e ambientais nos municípios onde temos passado, explica o coordenador geral do Projeto Garoupa, Maurício Roque da Mata. Mais informações visitem os sítios:

www.projetogaroupa.org
www.facebook.com/projetogaroupa,
https://twitter.com/projeto_Garoupa
www.youtube.com (busque "projeto garoupa")

oficinas

O Projeto Garoupa, patrocinado pela Petrobras, da continuidade ao seu 2º Ciclo de Oficinas no Município de Armação dos Búzios / RJ em 10 de março de 2014.

As oficinas serão oferecidas através de 8 encontros de 2 horas cada nas linguagens de Vídeo, Contação de Histórias e Teatro, com grande culminância na Praça Santos Dummont. Este 2º ciclo tem o apoio da Secretaria de Desenvolvimento Social, Trabalho, Renda e da Secretaria de Cultura do Município.

Convidamos toda a população para participar conosco destes momentos.  

O Projeto Garoupa iniciou em fevereiro de 2014 o II ciclo das campanhas de reconhecimento dos habitats em 12 localidades dos estados do Rio de Janeiro e São Paulo através de mergulhos autônomos. A primeira ação do II ciclo foi no arquipélago das Ilhas Cagarras, na cidade do Rio de Janeiro, nos dias 18 e 19/02. A próxima ação será na região dos Lagos nos dias 25 e 26, seguida do litoral norte de São Paulo na primeira ou segunda semana de março. A campanha de reconhecimento dos habitats é a continuidade dos trabalhos de pesquisa do projeto para investigar as características dos habitats físico e biológico da garoupa verdadeira, atualmente listada em risco de extinção.

O Projeto Garoupa tem como missão pesquisar hábitos e habitats para contribuir na conservação da garoupa verdadeira (Mycteroperca marginata) no Brasil.

foto de garoupa


Outras informações:
Visite a nossa home page;
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O Projeto Garoupa, através da Associação Ambientalista Terra Viva (ATEVI), inicia a divulgação do seus segundo e terceiro ciclos artísticos de educação ambiental. Os cursos procuram estimular a consciência crítica dos participantes sobre as questões ambientais, promovendo um momento de troca participativa através das aulas nas linguagens de contação de histórias, vídeo comunitário e teatro ambiental. As inscrições são gratuitas e estão abertas, podendo ser realizadas até o dia do início das oficinas (17/02 em Búzios e 18/02 em Arraial do Cabo) nas sedes onde as aulas serão ministradas ou no site do projeto.

Já estão abertas as inscrições para as oficinas de educação ambiental do Projeto Garoupa, iniciando as ações a partir da primeira quinzena de janeiro nos municípios de Cabo Frio, Arraial do Cabo e Armação dos Búzios. As oficinas terão duração de dois meses em cada uma das cidades atendidas, trabalhando com foco na interação entre as comunidades costeiras, o ambiente físico e os organismos que nelem habitam.

Na ação, o projeto utiliza três linguagens: Teatro Ambiental, Contação de Histórias e Vídeo Comunitário. A idéia é desenvolver uma dinâmica que contribua para a conscientização das comunidades quanto à preservação da garoupa verdadeira em seu ambiente natural. A conclusão dos cursos se dará por meio de apresentações públicas que contarão as vivências dos participantes nas oficinas através de suas representações pessoais e coletivas.

O Projeto Garoupa é patrocinado pela Petrobras, através do Programa Petrobras Ambiental, e desenvolve atividades de pesquisa e educação ambiental com foco na recuperação da garoupa verdadeira, espécie hoje listada como em risco de extinção.

As pesquisas dos habitats tiveram início nos meses de novembro e dezembro de 2013. Os mergulhos autonômos foram realizados em 12 sítios distribuídos entre os estados do Rio de Janeiro (Região dos Lagos e nas Ilhas Cagarras) e o estado de São Paulo (Litoral norte). A foto abaixo mostra parte da equipe realizando a caracterização fisica destes habitats.

mergulhadores

Nestes dois estados, contamos com o apoio da Litoral Sub Operadora de mergulho nas campanhas nos sítios da Região dos Lagos e da Bela Azul no estado de São Paulo. Belos encontros e registros! Abaixo temos a foto dos censos de peixes na caracterização biológica em nossa produtiva primeira campanha.

senso de mergulho

Paralelamente, a Educação Ambiental está em fase inicial. Estamos realizando as atividades na primeira região contemplada, a Região dos Lagos. A partir da segunda semana de janeiro de 2014, o Projeto Garoupa estará iniciando as oficinas de arte-educação nos municípios de Cabo Frio (Teatro Municipal de Cabo Frio, Inah Azevedo Mureb), Arraial do Cabo (Guardiões Ecológicos - Fundação de Meio Ambiente de Arraial do Cabo) e Armação dos Búzios (Quilombo Maria Joaquina).

As oficinas terão duração de dois meses e ocorrerão por intermédio de três linguagens: 1. Teatro Ambiental, 2. Contação de Histórias e 3. Vídeo Comunitário. A idéia é desenvolver trabalhos de conscientização quanto à preservação da garoupa verdadeira, bem como procurar atender às demandas socioambientais das comunidades costeiras no sentido de elas próprias se apropriem da preservação do meio ambiente em seu entorno. Continuem participando!

garoupa sob rocha

Saudoso encontro com garoupas verdadeiras no Litoral norte de São Paulo em Dezembro de 2013.

As ações de EA deste projeto visam não apenas conscientizar criticamente aos participantes diretos quanto à necessidade de conservação dos recursos e meios naturais, mas também torná-los agentes de transformação do contexto social onde se inserem, na condição de multiplicadores e/ou empenhados na construção de desdobramentos de tais ações.

A aplicação das ações de EA para este projeto utilizarão 3 manifestações artísticas complementares: (1) Teatro Comunitário, (2) contação de histórias com bonecos e (3) oficina de vídeo, que, não obstante servirão de instrumentos de troca/aprendizado já na ministração das oficinas, uma vez que estas se conduzirão numa perspectiva horizontal, observando-se as representações expostas pela coletividade envolvida dentro do contexto em questão.

Recuperar e proteger espécies marinhas em vias de extinção é um passo importante para manter o equilíbrio de ecossistemas degradados por agentes externos. O Projeto Garoupa, iniciativa da Associação Ambientalista Terra Viva (ATEVI), patrocinada pela Petrobras através do Programa Petrobrás Ambiental, nasce com o objetivo de pesquisar hábitos, habitats e formas de reprodução da garoupa verdadeira (Mycteroperca marginata), na missão de sua conservação. Com duração inicial de dois anos, o projeto encontra-se na fase de apresentação formal da proposta e mapeamento de redes (comunidades tradicionais, colônias/associações de pesca, unidades de conservação, instituições de pesquisa e prefeituras) para divulgação das ações do projeto, que tiveram início em outubro deste ano.

O Projeto Garoupa passará pelos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, nos seguintes municípios: Búzios, Cabo Frio e Arraial do Cabo (Região dos Lagos, RJ); Itaguaí, Mangaratiba, Angra dos Reis e Paraty (Litoral Sul, RJ) e Ubatuba, Caraguatatuba, São Sebastião e Ilhabela (Litoral Norte, SP). Em cada um dos municípios contemplados, o trabalho será voltado para a conscientização da sociedade e, sobretudo, das comunidades de pescadores para a preservação da garoupa. As ações regionais serão feitas com o auxílio de arte-educadores, através de atividades lúdicas (teatro ambiental, contação de histórias com bonecos e vídeos comunitários), além da divulgação na mídia local.

A grande preocupação dos pesquisadores da ATEVI reside no fato da garoupa verdadeira estar atualmente listada como ameaçada de extinção, devido à sobrepesca predatória e perda de habitats naturais. Encontrada em faixa litorânea, a espécie habita ambientes rochosos e possui alta fidelidade territorial. Por ter hábitos carnívoros, a garoupa possui lugar importante na cadeia alimentar de seu ecossistema, sendo de grande importância para o equilíbrio trófico.

Um dos pontos singulares da ação é a larvicultura da garoupa verdadeira, que será realizada em uma das bases da ATEVI, localizada no município de Ilhabela, São Paulo. Produzidos em tanques de alevinagem, a partir de matrizes naturais das regiões contempladas pelo projeto, indivíduos em fase juvenil serão acompanhados por meio de transmissores para efetivação de telemetria, indicando possíveis ocorrências e hábitos da espécie alvo. Além disso, indivíduos em fase de alevinos serão acompanhados por meio de elastômeros visíveis, como ferramenta de suporte para a pesquisa de habitats e comportamento.

Indo além da ação ambiental, o projeto está atento ao caráter social que a pesca e a proteção da garoupa agregam. A educação ambiental é componente chave, não apenas pela informação transmitida para a população em geral, mas principalmente pela inclusão dos moradores na realização do projeto. O objetivo da ATEVI é de que a iniciativa proposta pelo Projeto Garoupa para as comunidades envolvidas estabeleça a continuidade da ação de preservação e conservação deste projeto. De posse das informações e dos cuidados necessários, caberá aos moradores compartilhar a responsabilidade para garantir a sustentabilidade dos resultados obtidos e a conservação em longo prazo do ecossistema da garoupa. Por fim, a dignidade social das regiões atendidas em conseqüência dos objetivos almejados será a mais acertada realização deste projeto.

Mais informações aqui ou mande um email para contatos@projetogaroupa.org

Coordenador Geral do Projeto Garoupa
Maurício Roque da Mata